Home / Blog / Ano Novo: celebrar e planejar, o que fazer de investimentos?

Ano Novo: celebrar e planejar, o que fazer de investimentos?

Ano Novo: celebrar e planejar, o que fazer de investimentos?

Ano Novo: celebrar e planejar, o que fazer de investimentos?

Todo ano temos a recorrência deste tipo de discussão. Vamos celebrar onde, com quem, como reunir os amigos, família e fazer a festa acontecer. Pensar também em como foi o ano que está terminando e como será o NOVO ANO.

Festa é festa e dever de casa deve ser planejar, então “bora” pensar nos investimentos!

Planejar o que será feito, como será feito, que tipo de recurso será necessário? Como a experiência deste autor é na área de Tecnologia da Informação, vamos falar do que temos experiência: TI; Informática; Segurança da Informação.

Contexto de TI que estamos falando:

  1. Usuário;
  2. Forma de acesso à informação deste usuário (Computador; Sistema Operacional; Aplicativo; Internet);
  3. Gestão de uso e recursos (controle monitorado destes serviços);
  4. Conformidades de Segurança da Informação;
  5. Cliente (O rei e patrocinador de todos os processos).

Qualquer que seja o negócio e a condição de entrega do serviço ou produto, está neste contexto, relacionado em cinco camadas. O USUÁRIO operacionaliza tudo, então precisa ter acesso, ter direitos de trabalhar e limites, ou controles para evitar as falhas. As falhas podem ser protegidas por gatilhos de proteção ou treinamento. Algumas precisam de  monitoramento, pois mesmo com toda programação de proteção, o “Enter” na mão do usuário, acaba por facilitar a vulnerabilidade. Sempre que validamos um sistema de produção, temos as conformidades de processo. Conformidades são a relação da Segurança e a Tecnologia. 

Como garantir um bom ambiente de trabalho com a tecnologia se renovando na velocidade da internet?

Como produzir com eficiência para atender o cliente?

O cliente merece, com toda certeza, um foco prioritário. Tudo é feito para ele. Tudo deveria ser feito para transformar a experiência de ser cliente.  Uma lembrança de como é bom ser cliente desta empresa. Saber da opinião e da percepção, é quase uma necessidade de respirar. Sem este conhecimento, quem é o cliente e o que o cliente quer, a preparação deixa de ser relevante. A produção seria feita para ninguém. Quando se produz para ninguém não se consegue vender. Então é melhor ter no planejamento, como otimizar o processo de conhecimento. É melhor avaliar o que e como o cliente quer consumir, e então produzir para atender esta demanda.

Quem é o cliente?

O que o cliente deseja?

Como ele se comporta para comprar?

Ano Novo: celebrar e planejar, o que fazer de investimentos?

Mesmo ciente que o cliente é tudo, foco e oportunidade, precisamos planejar a infraestruturar. Considerar no Planejamento de Ano Novo o que temos no contexto de TI e analisar o que está acontecendo. Uma vez trabalhado a estrutura que esta funcionando, falaremos do cliente e de como conhece-lo.

Usuário

Usuário é ponto que operacionaliza os processos. Precisa estar atento ao resultado final: produção, e ainda estar ligado nas regras de segurança para evitar deixar o ambiente mais vulnerável.

  • Que tipo de treinamento vai ser trabalhado?
    • Sempre existe treinamento para a aplicação ou para as atualizações impostas pelos fabricantes;
    • Treinamento para a segurança da informação;
    • Sempre estamos melhorando as condições de acesso e proteção, que precisam ser transparentes para o usuário;
  • Que tipo de perfil será necessário para as modernizações impostas pela tecnologia (Visão para o RH)?
  • Que tipo de proteções serão necessárias para as novas condições de trabalho, considerando EPI e CIPA ou Conformidades de Segurança Ambiental?

Eventualmente deixamos o usuário de lado, aguardando que ele venha trazer a demanda, mas se não estiver no planejamento, como conseguir a verba e os recursos? Então é preciso  avaliar as condições e até imaginar o que poderá ser requisitado.

Ano Novo: celebrar e planejar, o que fazer de investimentos?Monitoramento de Ativos e Serviços

Como conhecer o ambiente sem monitorar? Como saber REAL CONDIÇÃO DE USO se não acompanhamos as interrupções e instabilidades? Saber com precisão é função do monitoramento. É também função de pesquisa e acompanhamento com registro dos usuários.

A avaliação do link da INTERNET, onde é importante saber o consumo nos picos e a média. Conhecendo assim, a performance nos extremos e também quando se está cuidando das rotinas.

A gestão de acesso justifica avaliar a entrada e acesso dos usuários, tanto no meio físico presencial, como no ambiente digital. O presença pode ser direta no teclado, ou via conexão IP pela internet. A fronteira da empresa é agora física, na portaria e nos diversos pontos onde se tem entrada e saída de pessoas ou veículos. Também a fronteira digital, estabelecendo onde é ambiente público da internet e privado da empresa. As regras de conduta, para os usuários, devem ser claras e qualquer que seja a nova tecnologia ou novas implementações, devem estar relacionadas no Planejamento. O planejamento, neste caso, deve prever o dimensionamento, a implementação e os efeitos em treinamentos que se justificarem.

Conhecer com precisão para tomar a melhor decisão de investimento!

Ano Novo IndiccaO uso da aplicação, performance de acesso as rotinas de operação, conexão no banco de dados, são itens que precisam ser monitorados e analisados para as necessidade de melhorias e investimentos de atualização de tecnologia. Neste caso, a avaliação se justifica, inclusive,  para validar o tempo de migração, pois a operação da empresa não para durante a migração de tecnologia, versão ou melhorias. É preciso pensar no investimento e nas condições de eventuais panes, para se saber como a empresa continua produzindo e faturando.

A parte mais complexa está relacionada a Segurança da Informação, considerando as limitações das ferramentas em uso, expectativas de performance e não se conhecer tudo que está sendo disponibilizado.

Ter no planejamento, participação em feiras e eventos, é uma boa política. Mesmo que não se vá implementar nada, conhecer e estudar o que pode acontecer no futuro, é importante. Importante pelo menos saber que existe a solução!

Nesta parte de Segurança da Informação, envolve a parte de contingência de dados (Backup e Restore), também Anti Vírus e novos aplicativos que facilitem o acesso à pequenas partes de um sistema complexo, via  Celular ou Smartphone.

Parque Tecnológico

Nesta área estamos falando de sistemas operacionais e hardware. A parte de Sistema Operacional justifica por garantia do fabricante, algumas edições de versão, atualizações que são disponibilizadas para correções e melhorias. Quando esta condição termina, a solução é contratar uma nova versão. Na modernização, os fabricantes estão deixando de fazer venda perpétua e negociando assinaturas anuais. Melhor nesta segunda condição, pois o planejamento de compra fica mais claro. Paga-se um pouco anualmente e tem um produto sempre atualizado.

Para o Hardware, a atualização é um tanto mais complicada, alguns equipamentos tem vida útil de até 5 anos, outros, dependendo da utilização, podem ter uma expansão desta vida útil, mas por certo, só com um controle preciso de condição de uso, poderá ser avaliado o planejamento de investimento. Máquinas que estão atrasando a condição de produção do usuário, precisam ser atualizadas.

Quando falamos de Parque  Tecnológico, também falamos de INTERNET, link, performance, segurança na fronteira. São, com toda certeza, questões que precisam estar alinhadas com a demanda. Usuário que não está trabalhando, gera custo sem valor agregado, mas com adição financeira a memória de cálculo da produção.

Hoje tudo é local ou pode ser NUVEM, e ser CLOUD, é uma boa opção de investimento!

Nesta visão moderna, quando já estamos conectados a NUVEM, vale refletir que tipo de serviço já pode ser migrado, criando conceito híbrido ou de transformar em 100% Cloud, a parte de servidores e serviços.

Sem planejamento, sem análise de transição e avaliação das consequências, sempre haverá improviso e prejuízo.

Marketing Digital (Conhecer e trabalhar a jornada de compra do cliente)

Até agora falamos de processos e melhorias dos processos implementados, ou que a NOVA TECNOLOGIA se mostra adequada à empresa.

Agora a ideia é pensar no CLIENTE, como conquistar novos clientes e fazer o negócio que estamos trabalhando na manutenção e reforma, continuar funcionando e operando. Ou melhor, como ele irá crescer, em momento de crise e até fora dela.

Nesta parte, temos uma revolução industrial. O cliente que antes era percebido apenas na TV Aberta ou em Jornais e Revistas, agora está na INTERNET e temos precisão de um, ou de mil, ou de bilhões de usuários.

Existe demanda de investimento por pesquisa através de visitação de eventos relacionados.

Existem demandas de treinamento e mudança de cultura para investimentos mais caros, pois mudar a cultura leva tempo, dinheiro e paciência.

Existem demandas de ferramentas, aplicativos que interagem com os bancos de dados e compartilham inteligência de gestão dos dados.

Existem demandas de impulsionamento ou de se fazer propaganda.

 

Faça um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *